Trago em mim a absurda necessidade de ir. Não sei como explicá-lo de uma forma literariamente aprazível. Tenho de ir. Não ser levada pelo vento ou pela corrente. Aqui não importam as metáforas nem as hipérboles. Pouco interessam, até, as palavras poéticas. Tenho de ir. Apenas isso. Há coisas simples e esta é uma delas. Ir, seja onde for, desde que vá.
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