Este meu monstro de olhos verdes não cessa nunca de devorar as minhas entranhas, cuspindo-as enquanto o meu sangue escorre pelo seu queixo negro. Mal pode conter a excitação, à medida que o coração, este membro envenenado, que me arranca do peito escancarado, definha, afrouxando o seu bater. E o monstro ri.
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