sábado, 29 de maio de 2010

A perfeição, tal como muitos ideais a que nós, meros e ingénuos humanos, nos agarramos, não existe. É, portanto, um nada adornado com os mais belos diamantes. Deste modo, pode-se dizer que a busca da perfeição é como o suicídio. Se a perfeição é um nada, então a sua busca é também a busca da inexistência. Atingir a perfeição é atingir a morte do ser. Só poderemos abraçar a perfeição, quando a nossa existência tiver, finalmente, fim.

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