Isto, que aqui vou escrever, se calhar não faz o mínimo sentido, mas hoje, é tudo o que tenho para dar: uma mão cheia de palavras que não fazem sentido.
Há dias que custam, que doem, que… que ferem, sem qualquer pudor ou ressentimentos. Como se de um criminoso cruel se tratassem. Pegam-nos nas tripas, e quase que as arrancam. São estes dias que nos desequilibram e que nos roubam um pouco de alma. E podem sempre dizer-nos que há coisas piores. Mas que pior há do que um coração quebrado? Completamente escancarado e deixado há mercê dos lobos e das hienas? As desilusões são como brasa contra a frágil pele humana. E não sei se amanhã vai ser melhor. Não sei se vou ser mais feliz. Se calhar vai até ser pior. Só sei que tenho pena. Queria mais. Muito mais. Mas querer, tal como gostar, não basta.
Desejava, apesar de tudo, agradecer-te e dizer-te adeus. Afinal, é graças a ti que hoje sei que a vida não é feita apenas de “pedra, papel ou tesoura”.
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