domingo, 30 de novembro de 2008


O tempo passa muito depressa, depressa de mais até. Mas não faz mal… e pensar que me preocupava com coisas tão insignificantes. Agora sou capaz de entender. Os pozinhos da felicidade não são as estrelas que os trazem. Sou eu que os faço. Sou feliz porque escolho ser feliz, e não porque a vida me dá de tudo o que é bom. E, como tal, já nem a ideia de a felicidade acabar me apoquenta. Já alguma vez sentiram isto? Como se trouxessem as mãos cheias de rebuçados? “Novembro a acabar ou Dezembro a começar?”, perguntas-me tu. É Dezembro que começa, e sim amor, o copo está sempre meio cheio, e nunca meio vazio.

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