quarta-feira, 9 de julho de 2008

Nota de Margem III


A verdade é que sinto o peso do mundo sobre o meu corpo, pressionando-me a escolher um qualquer caminho. E a verdade é que não sei que caminho escolher. A direita? A esquerda? Como posso eu saber que é esse o caminho que quero realmente seguir? E é por isso que, até agora, tenho vindo a perseguir uma escapatória fugaz, a fim de me livrar deste peso que me atordoa e confunde. Mas é também verdade que o que tem de ser tem muita força. Não vou mais dizer que quero construir uma máquina capaz de parar o tempo ou até voltar ao passado. Tal como a Aya, quero aceitar quem sou hoje.

1 comentário:

Anónimo disse...

Ora bem, o teu bom-senso voltou altos tempos depois xD!
È verdade . . . Devemos aceitar-nos como somos. Estará também em nosso pleno direito aperfeiçoar nós mesmos e esculpir-nos de acordo com o que ainda não temos mas que contamos vir a ter..
Certo é que as bases de quem nós somos se encontram sempre, e nada poderá mudar em demasia! E se mudar... será sinal anormal !