
Que pobre infortúnio o meu. As lágrimas condensam-se novamente, nos meus olhos já cansados das noites sem dormir. Reúnem-se, fielmente, preparadas para derramar o meu orgulho mais uma vez. O desespero de ser cativa do teu ser, persegue-me, como que insaciável monstro. As feridas escondidas, que trago no peito, latejam de dor, por pensarem assistir à tua chegada. E que pobre infortúnio o meu, este de te chorar sem cessar. Este de te sentir onde não estás. Este de te querer, sabendo que nunca serás meu.
3 comentários:
A gajinha da foto até que é gira!! epá,rapaz, volta lá para ela que aquilo está ali uma boa peça!
Há com cada malandro , possas pá!
Ai ! Tristeza !
-.-
Enfim, dizemos que vivemos bem sem eles, mas depois PIMBAS. Choramos por eles quando não merecerem... Que patetice -.- (não o texto)
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